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1 de junho de 2010

"Sonhar para a criança refugiada, é um verbo conjugado sempre no presente de forma dúbia..."

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"Sonhar, para a criança refugiada é um verbo conjugado sempre no presente de
forma dúbia e embaçada de cenas em preto e branco e com as cores do arco-íris
que somente as mentes infantis são capazes de criar. Se navegar é preciso no
mundo dos adultos, no mundo infantil da criança refugiada, SONHAR é o melhor
remédio para a cura de males que um dia, quiçá, deverão ficar para trás."
Trecho do livro: Crianças Refugiadas em Moçambique: Um Drama na África



Irmã Rosita Milesi, Advogada, Membro da Congregação das Irmãs Missionárias de São Carlos (Scalabriniana), Mestre em Migrações, Diretora do Instituto Migrações e Direitos Humanos (IMDH), membro da Equipe interdisciplinar do Centro Scalabriniano de Estudos Migratórios.

"A leitura das páginas que seguem não representa apenas um caminho de informação sobre uma realidade encoberta, mas, sobretudo, um precioso instrumento que conscientiza e fomenta um compromisso mais firme em prol dos direitos humanos, não apenas das pessoas próximas, e sim, de cada ser humano, independentemente de nacionalidade, idade, cor, sexo, religião ou ideologia."


Grace Olsson, voltará à África, veja AQUI ( http://graceolsson.com/blog/2010/05/claudia-nascimento-a-guard-angel-in-sweden/ ) e saiba como ajudar!
Adquira o livro em nosso site:
www.editoranovitas.com.br

Dúvidas? Envie e-mail para contato@editoranovitas.com.br ou direto com a autora graceolsson@editoranovitas.com.br

Informações:

Categoria - Denúncia, Crítica Social
ISBN - 978-85-62442-02-5
Número de páginas - 110
Preço - R$ 22,00 + despesas de Correio

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18 de maio de 2010

Reportagem sobre Grace Olsson, em um jornal Sueco



Foi feita uma reportagem em um jornal Sueco, sobre a luta de Grace Olsson quanto a questão das crianças Refugiadas em Moçambique.
Grace é fotógrafa e escreveu o livro: Crianças Refugiadas em Moçambique, Um Drama na África.
Deixo como leitura, o post de Grace Olsson, sobre a reportagem. AQUI
Boa Leitura!!
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27 de fevereiro de 2010

Feliz Aniversário



Hoje é dia 27 de fevereiro e para nós da Editora Novitas, mais propriamente para as pessoas físicas que a compõe, Letícia e David, é uma data especial. Pois hoje é aniversário daquela que antes de ser uma autora com quem temos vínculo, é amiga de longa data.


Conhecem alguém que tenha uma personalidade ao estilo raio, com opiniões por vezes batendo de frente com as suas para logo em seguida te apoiar? Essa é aquela que hoje fecha mais um calendário.


Aqui em casa não há dúvidas quanto a sua credibilidade, exatamente por conta dessa sua personalidade inconstante que, mesmo nos deixando aturdidos vez por outra, demonstra claramente o que ela é: uma pessoa verdadeira, sem medo de expor ideias, sem um pingo de receio em colocar-se em situações que muitas vezes a deixa em maus lençois simplesmente para apoiar uma causa ou pessoa, mesmo que a pessoa seja um desconhecido que se perde por estes mares tortuosos da internet.


Mas não é só uma mulher que fala. Ela faz, como demonstrou em seu livro lançado por nós e que, ao ser editado, nos deixava mudos e pensativos. Assumo que não sei se teria coragem de enfrentar a burrocracia e as situações de risco com a mesma tenacidade de nossa amiga Grace Olsson.


Por isso Grace, além de qualquer negócio acontecido ou vindouro, lhe desejamos um ótimo aniversário, com todos aqueles penduricalhos protocolares nesta data: saúde, paz, amor e quantos et céteras você quiser.


Um grande abraço,



Letícia e David.




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14 de setembro de 2009

Entrevista com Grace Olsson



Grace Olsson, é autora do livro Crianças Refugiadas em Moçambique: Um Drama na África. Nasceu em Alagoas, é formada em Ciências Jurídicas e pesquisou durante dois anos a vida da crianca refugiada na África, onde visitou 47 paises africanos e sete campos de refugiados (Namibia, Angola, Ruanda, Mocambique, Zimbábwe, Swazilnadia e Lesotho).
Tem dois filhos naturais e mora com o marido e filhos em Västerås, Suécia. Assumiu responsabilidades com 8 criancas Ruandesas que vivem no Campo de Refugiados de Moçambique.
Trabalha como fotógrafa e continua pesquisando sobre a vida dos refugiados.Desta feita na Suécia, onde pretende fazer Mestrado em Ações Humanitárias.
Desde muito cedo trabalha com ações humanitárias, em movimentos religiosos no Brasil, onde sua mãe fazia parte de congregaçõess religiosas. A causa da criança refugiada é um remédio para Grace, que depois de sofrer um AVC, viu em cada uma delas uma forma de superar seus desafios. Vê cada uma como se fosse filho.






“Sonhar, para a criança refugiada é um verbo conjugado sempre no presente de
forma dúbia e embaçada de cenas em preto e branco e com as cores do arco-íris
que somente as mentes infantis são capazes de criar. Se navegar é preciso no
mundo dos adultos, no mundo infantil da criança refugiada, SONHAR é o melhor
remédio para a cura de males que um dia, quiçá, deverão ficar para trás.”



Leia a entrevista com a autora:



Novitas - Como os Refugiados surgiram na tua vida? E porque?
Grace - Os refugiados surgiram, de forma abrupta, ainda no Paquistão, anos atrás, quando eu fui visitar. Aquele monte de gente, pilhado na periferia de Lahora me gerou medo. E anos depois, fui á Namíbia e de lá, fiquei curiosa sobre umas casinhas, na beira da estrada, num descampado.O guia alemão nao quis me dizer do que se tratava, mas dias depois, voltei á mesma área e consegui fazer amizade com umas meninas refugiadas. No final, fiquei 3 dias no Campo. Nao senti medo, nem fui desacatada ou bulinada. Mas, o que mais me chama atenção no Campo é a situacao da criança e da mulher. Mais da criança, por ser indefesa.



Novitas - Quantos campos para refugiados tu visitastes?
Grace - Eu já visitei Campos de refugiados na RDC, em Angola, Namíbia, Mocambique, Zimbabwe, Rwanda, Swazilandia, Sudao e aqui na Suécia, onde vejo as diferenças.



Novitas - Qual o impacto que te causa a questão da legislação com as crianças refugiadas? Elas são cumpridas?
Grace - Nao há Convenção específica que trata da Criança Refugiada. Há a Convenção de 1951 que trata dos Refugiados e a Convenção dos Direitos da Criança., Mas não da criança refugiada. As Convenções não são cumpridas. E no meu livro, eu provei de forma clara. Através de entrevistas com crianças refugiadas e profissionais que trabalham no Campo de Refugiado em Moçambique.



Novitas - Pelas fotos no livro, podemos notar a tristeza no rosto das crianças. Como foi lidar com isso?
Grace - É muito dificil ficar cara a cara com a criança refugiada e não sofrer por e com ela. Com exceção de um menino congolês, os demais tinham um olhar sombrio, triste, perdido no tempo.



Novitas - O que é mais perigoso no Campo dos refugiados?
Grace - A violência contra a criança devido á falta de segurança. Os abusos sofridos por elas e as mulheres são terriveis. Além do que, o abuso à criança do sexo masculino tem se intensificado.



Novitas - No teu entendimento, por que ainda hoje não existe um local especial para crianças e mães refugiadas?
Grace - Olha, na Àfrica, todos ficam juntos. Até por que nao é possível separar o pai, mae dos filhos. O ideal seria o mundo acordar para essa realidade. O quanto antes.

==> O Livro Crianças Refugiadas em Moçambique: Um Drama na África pode ser adquirido pelo e-mail contato@editoranovitas.com.br Mais Informações AQUI ==>



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28 de julho de 2009

Diferenças

Alguns publicam o mesmo...
Outros fazem a leitura do mesmo...
Outros querem ler somente o que já foi lido, comentado,
publicado...

Nós já lemos, conhecemos e reconhecemos
os autores consagrados!
Nós queremos inovar!
Nós publicamos novos
autores!
Nós investimos em livros novos e de
qualidade!

Leia o novo, não leia sempre os
mesmos e o que já é consagrado, leia novos autores!
Conheça nossos livros e nossos autores:

Crianças Refugiadas em Moçambique: Um Drama Na África - Grace Olsson

Lusitânia Online - Luís Bento

Harpa dos Ventos - Cezarina Caruso

Pequeno Manual do Vestibular - Dan Porto

Loveland, A Casa dos Quatro Jardins - Iara de Avellar

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17 de maio de 2009

Crianças Refugiadas em Moçambique: Um drama na África, livro de Grace Olsson

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Texto de apresentação do livro escrito por Irmã Rosita Milesi, Advogada, Membro da Congregação das Irmãs Missionárias de São Carlos (Scalabriniana), Mestre em Migrações, Diretora do Instituto Migrações e Direitos Humanos (IMDH), membro da Equipe interdisciplinar do Centro Scalabriniano de Estudos Migratórios.

"Após a Segunda Guerra Mundial, diante dos horrores provocados por aquele conflito, a humanidade assumiu um firme compromisso pela defesa da dignidade e dos direitos fundamentais de cada ser humano. Acreditava-se que não seriam mais toleradas situações que pudessem gerar novos Auschwitz. Criou-se a ONU e, com ela, a Declaração Universal dos Direitos Humanos (DHDU), imediatamente assinada por um grande número de países.

Mas, como acontece com frequência, esse firme propósito estabeleceu-se no patamar da ilusão ou, para não exagerar no pessimismo, não conseguiu se manter firme por muito tempo. Assim, no decorrer desses 60 anos que nos separam da criação da DHDU, novos Auschwitz aconteceram e continuam acontecendo.

Diferentemente do primeiro, essas novas barbáries, às vezes, permanecem ocultas ou esquecidas. Não são manchetes de jornais ou, por vezes, são engolidas pela indiferença geral ou pelo consumismo efêmero da informação.

Entre tais situações, há sem dúvida o drama de milhões de refugiados e refugiadas que, ainda hoje, vagam pelo mundo em busca de um lar, de um chão amigo onde possam viver com dignidade e realizar seus sonhos. A realidade das pessoas coagidas a fugir da própria terra porque perseguidas é tão dramática que pode ser considerada, conforme Mieth, a “nossa Auschwitz”.A situação é dramática, sobretudo na África, um continente empobrecido,

esquecido e abandonado, exceto quando se trata de ser explorado e depredado de suas riquezas. A maioria dos refugiados e refugiadas africanos costuma fugir para países limítrofes, que raramente possuem condições mínimas para garantir uma vida digna e o respeito dos direitos fundamentais das pessoas que ali se abrigam.

Ainda mais grave é a situação de crianças e adolescentes: por serem seres em desenvolvimento, eles pagam em dobro os traumas da perda de familiares e dos referenciais identitários básicos para o próprio crescimento saudável. São pessoas frequentemente condenadas a renunciar aos próprios sonhos e conviver com constantes pesadelos.

Grace Olsson, neste texto, a partir de pesquisa bibliográfica e, sobretudo, da experiência direta no Campo de refugiados de Maratane em Moçambique, busca “des-mascarar” – no sentido etimológico de tirar a máscara – a realidade dramática de milhares de refugiados e refugiadas, focando seu olhar e atenção às crianças. A grande riqueza deste livro é o olhar, a perspectiva que olha os refugiados não como simples objetos de estatísticas e pesquisas, mas enquanto seres humanos e sujeitos de direitos.

A escolha das crianças e adolescentes como foco específico revela uma evidente opção pelos segmentos mais frágeis entre os refugiados que, por sua vez, podem ser corretamente considerados como os mais vulneráveis entre os vulneráveis.

A leitura das páginas que seguem não representa apenas um caminho de informação sobre uma realidade encoberta, mas, sobretudo, um precioso instrumento que conscientiza e fomenta um compromisso mais firme em prol dos direitos humanos, não apenas das pessoas próximas, e sim, de cada ser humano, independentemente de nacionalidade, idade, cor, sexo, religião ou ideologia."


Sobre a autora:


Grace Olsson, nasceu em Alagoas, é formada em Ciências Jurídicas e pesquisou durante dois anos a vida da crianca refugiada na África, onde visitou 47 paises africanos e sete campos de refugiados (Namibia, Angola, Ruanda, Mocambique, Zimbábwe, Swazilnadia e Lesotho).

Tem dois filhos naturais e mora com o marido e filhos em Västerås, Suécia. Assumiu responsabilidades com 8 criancas Ruandesas que vivem no Campo de Refugiados de Moçambique.

Trabalha como fotógrafa e continua pesquisando sobre a vida dos refugiados.Desta feita na Suécia, onde pretende fazer Mestrado em Ações Humanitárias.

Desde muito cedo trabalha com ações humanitárias, em movimentos religiosos no Brasil, onde sua mãe fazia parte de congregaçõess religiosas. A causa da crianca refugiada é um remédio para Grace, que depois de sofrer um AVC, viu em cada uma delas uma forma de superar seus desafios. Vê cada uma como se fosse filho.

" Impossível conviver com a crianca refugiada e achar que outras sofrem mais que elas. Acredito que a solução para esse mundo caótico é investir na criança. Pois apenas nelas estão concentradas as condiçõess de mudanças da sociedade em que vivemos.
Acredito que o Mundo tem jeito apenas se o ser humano se doar mais. Do contrário, todas as tentativas serão em vão.Conviver com os refugiados africanos foi um divisor de águas na minha vida. Pois à partir do primeiro dia em que me deparei com eles, meu mundo mudou.Eu perdi o apego aos bens materiais e aprendi a conviver com as dificuldades da vida com mais sobriedade. Afinal de contas, nenhum sofrimento que eu tenha passado se compara ao que aquelas criancas famintas, sem esperanças vivem diariamente quando o sol nasce e se pöe e nada de novo acontece."

Entre em contato com a autorar: graceolsson@editoranovitas.com.br

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Sonhar, para a criança refugiada é um verbo conjugado sempre no presente de forma dúbia e embaçada de cenas em preto e branco e com as cores do arco-íris que somente as mentes infantis são capazes de criar. Se navegar é preciso no mundo dos adultos, no mundo infantil da criança refugiada, SONHAR é o melhor remédio para a cura de males que um dia, quiçá, deverão ficar para trás.

"

Trecho do livro "Crianças refugiadas em Moçambique: Um drama na África".

* O livro Crianças Refugiadas em Moçambique: Um drama na África custa R$ 22,00. Para adquirir entre em contato pelo e-mail: contato@editoranovitas.com.br

14 de maio de 2009

Lançamentos na Feira do Livro de Santa Cruz do Sul


Lançamentos na Feira do Livro de Santa Cruz do Sul da Editora Novitas:
- Sentimento Hiato: O nada profundo & o nada profundo, livro de autoria de Cláudio B Carlos (CC) - autor de Santa Cruz do Sul - Brasil
- Harpa dos Ventos, livro de autoria de Cezarina Caruso - autora de Rio Grande -Brasil
- Pequeno Manual do Vestibular, livro de autoria de Dan Porto - autor de Santa Cruz do Sul - Brasil

- Crianças Refugiadas em Moçambique: Um Drama na África, livro de autoria de Grace Olsson - autora brasileira residindo na Suécia
- Loveland: A casa dos quatro jardins, livro de autoria de Iara de Avellar - autora de Santa Cruz do Sul - Brasil
- Lusitânia Online, livro de autoria de Luís Bento - autor de Portugal
Não deixe de Participar!