Curta nossa página no Facebook
Adicione nossa página no Google+
"Tudo quanto se destina a surtir efeito nos corações, do coração deve sair."
(Johan Wolfgang Von Goethe)
Eu, coração
De atitudes insólitas e sentimentos inefáveis
coração ardente, pulsante, num compasso em descompasso do acaso
VOU VIVENDO.
Se sei por que, não entendo
no bater vibrante, por vezes errante, desconcertante
as horas passam sem passar.
Espero algo que nunca chega,
mas me aconchega no doce pesar, esperar.
Encontro-me em meus desencontros,
perco-me querendo achar.
Sou força e fraqueza,
mulher que brinca de boneca,
menina guerreira que nunca deixa de sonhar.
Ô coração astuto!
Tem mania de querer ter vontades.
Não sabes que mando em ti?
Ou serás tu que mandas em mim?
Não há como contradizer-te
és temperamental.
Se queres, grita, incomoda,
e nem se importa se me fazes mal.
Melhor sucumbir a teus desejos
e não perder o prazer do bem viver.
De fadiga e cansaço
deixo meu suspiro sair.
Ô tempo implacável
leva essa carga e não a deixes voltar.
Conheço-te completamente
então porque se escondes de mim
coração?
Quero mostrar-lhe um descanso sublime e amplo.
Porque sou forte,
Estou perto.
Sou a paz que despedaça teus temores secretos.
Sou a única que conhece os teus desejos.
És livre,
Usa a imaginação.
Solta tuas asas.
Atinge teu limiar.
Mas, luta sempre,
e sempre.
...Porque és meu EU
CORAÇÃO....
Escrever para mim é assim, um prazer, e também uma árdua construção. Não apenas do texto,mas de mim que ao fazer, vou também me fazendo. Minhas palavras servem de ponte, elo, conexão com quem quer mergulham em um mundo criado por mim. É a minha possibilidade de vôo livre ao encontro do coração de alguém. Não escrevo para ser imortal, escrevo sentimentos, escrevo para dar vida á vida, escrevo para afagar corações… Escrevo porque estou viva, e a vida necessita da palavra.
Blog: http://samyraalmeida.blogspot.com
Twitter: @_SamyraS2_
Facebook e orkut: Samyra Almeida
*Hannah Abraão é um dos pseudônimos da Jornalista, Klycia Fontenele que assina seus textos com o próprio nome ou com as personagens que ousa chamar de heterônimos: Hannah Abraão, Sarah Amin e Edward.Em 2009, como Hannah Abraão, lançou o livro de poesias "Amor de Sentidos, a História" (Editora da Baixada/SP), que falava do relacionamento amoroso entre duas mulheres.
Usando seu nome, também em 2009, foi co-autora, com Cleudes Pessoa, do livro de contos infanto-juvenil "Pedra e Flor" (Editora Pouchain Ramos/CE), que retratava a história verídica de Cleudes Pessoa, que viveu em situação de trabalho infantil.
Coleciona, ainda, participações em antologias: "Poetas En/Cena" (Belô Poético/MG, 2007); "As Delícias de um Amor Proibido, Antologia de Contos" (Litteris Editora/RJ, 2006); Poetas do Café (Grafitte Editora/RS, 2006); e "Diversos, Antologia Poética" (Andross Editora/SP, 2005).
Na internet, participou das antologias: "Ilusão" (www.avbl.com.br, 2007); "Este é o Meu País" (www.avbl.com.br, 2006); e "Ação e Reação" (www.avbl.com.br, 2005).
Contato com a autora: klycia@editoranovitas.com.br
Leva a sério o desafio de escrever, em verso e prosa, pelo encanto da palavra escrita, com a qual não luta, se deixa dominar.
Teve poemas seus publicados na III Coletânea Scriptus da Editora Novitas "Palavração" e alguns outros textos nas Revistas Culturais Novitas.
Prepara com cuidado o seu primeiro livro, que também será lançado pela Novitas.
Escreve em seu blog blogdamoni.blogspot.com e é membro dos coletivos bordelbordado.blogspot.com epoemacurta-metragem.blogspot.com.
Contato: monica@editoranovitas.com.br Twitter: @Monica_Saraiva
Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor de arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação como todo o tempo já vivido
(mal vivido ou talvez sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser,
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?).
Não precisa fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar de arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto da esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um ano-novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo de novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.
Poema "pescado" do site Releituras. Visite a página
Proibida a reprodução total ou parcial, sem prévia autorização do(s) autor(es). Reprodução vedada para fins comerciais. |
| visite nosso site oficial |
| http://www.editoranovitas.com.br/ |