8 de fevereiro de 2012
Você pode ganhar 4 livros da Novitas!
10 de agosto de 2010
Participantes confirmados para a III Coletânea Scriptus - Palavração
* Antenor Emerich - Primeira participação
* Carlos Emerson Junior - Participou da I Coletânea Scriptus - Um Balaio de Ideias e II Coletânea Scriptus - A Livre Escrita.
* Cristiano Melo - Participou da II Coletânea Scriptus - A Livre escrita e publicou o livro : Braços Abertos.
* Evana Ribeiro - Primeira participação
* Flávia Danielle - Primeira participação
* Isiara Caruso - Participou da I Coletânea Scriptus - Um Balaio de Ideias e II Coletânea Scriptus - A Livre Escrita.
* Mônica Saraiva - Primeira participação na coletânea
* Wemerson Sidney Marques - Particicpou da II Coletânea Scriptus - A Livre Escrita
SAIBA COMO PARTICIPAR:

Da mesma que as versões anteriores desta coletânea ("Um balaio de ideias" e "A livre escrita"), contaremos com número reduzido de autores. Serão somente 15, cada um contando com 10 páginas para publicar seus poemas, contos, crônicas ou minicontos.
As especificações gerais desta Coletânea:
1) Capa colorida, em papel supremo 250g, acabamento fosco;
2) Miolo em papel pólen, 80g, p&b;
3) Imagens preto e branco (foto) junto à biografia do autor (1 página);
4) 10(dez) páginas para cada autor, sendo 9(nove) destinadas aos textos e 1(uma) destinada à biografia de cada autor, que receberá, pelo valor contratado, 20 exemplares;
5) ISBN, ficha catalográfica;
Custos
- A participação está condicionada ao pagamento de R$ 360,00 (trezentos e sessenta reais), que podem ser parcelados em até três vezes sem juros.
Prazos
Após o fechamento grupo, em torno de dois meses para a entrega dos exemplares prontos.
Para maiores informações, entre em contato diretamente pelo e-mail contato@editoranovitas.com.br
24 de agosto de 2009
Sapatinhos de lã - Conto de autoria de David Nobrega
Por meio de outros, fiquei sabendo sua história, nem triste nem feliz. Somente uma história vulgar como de tantas mães por este país.
Segundo me contaram, o pai da criança era um antigo namorado, que após saber que seria pai sumiu de sua vida. Por sorte a mãe a acolhera e agora viviam a duas em uma casa simples mas confortável no bairro operário da cidade.
Somente uma vez, depois da insistência de companheiros de mesa tão intrigados quanto eu, tive coragem de me aproximar e mesmo assim a única coisa que consegui foi ter a certeza de sua fixação pelos tais sapatinhos. Na sacola, em meio a agulhas e novelos pude contar nada mais nada menos que uns 10 pares em cores diferentes. Claro que essa é uma contagem superficial, pois o tempo em que permaneci parado a seu lado, vendo-a trabalhar, nem ao menos levantou ela a cabeça para ver o que se passava ao redor, absorta que estava em pontos incompreensíveis para mim. Sendo assim, não pude confirmar quantidades ou os motivos que a levaram a ser tão prestimosa com uma única peça do enxoval do bebe.
Lá por março do ano seguinte eu saí de férias e quando voltei ela não estava lá. Pelo volume de seu ventre antes de minha saída, com certeza ela havia já parido seu tão esperado filho.
Quem me inteirou das novidades foi a Odete, secretária do chefe.
Estávamos fazendo uma pausa para o café, quando ela entra chorando, perguntando se alguém já saberia das novidades. Como ninguém se manifestou, ela nos disse que a moça dos sapatinhos de lã havia tido um filho, que nascera grande e forte. Perguntou se algum de nós havia notado que ela sempre tomava um remédio antes das refeições. Eu disse que sim.Olhando para mim, ela arregalou os olhos e perguntou se eu conhecia um remédio que davam para as mães, para enjoo e que se chamava talidomida. Respondi que já ouvira falar, mas parecia que esse remédio havia sido proibido."Proibido sim, mas se acha em boticas ainda"- disse ela. "Ela comprava e tomava, pois diziam que era seguro. O seu filhinho nasceu sem as perninhas, por causa desses desgraçados! E agora? Quem paga por isso?"
Nunca mais a vimos na fábrica. Nem ao menos soubemos de nada de sua vida. Mas mesmo hoje, vendo minha esposa tricotando para nossos netos, me vem a cabeça essa pobre moça, que tanto empenho tinha em produzir peças de enxoval que nunca poderiam ser usadas por seu filho, vítima da imprudência de poucos que a tantos afetaram.
* David Nóbrega é autor e Editor dessa Editora. Esse conto faz parte de seu livro Uns & Outros.
26 de julho de 2009
Novidade! Revista Eletrônica Bimestral
Vamos convidar alguns de nossos leitores para publicar na revista eletrônica. O convite se dará pela escolha de post's no blog da Editora e também nos feeds de nosso Google Reader
Depois de escolhido os post's vamos enviar por e-mail convite para participação na Revista para os autores.
Aguardem notícias!
21 de julho de 2009
Nada sei - Poesia de Letícia Coelho
Por nada saber,
O branco escurece
Não sei nada...
O que se sabe do certo...
Nada se sabe do outro...
Não se tira nada da vida...
Nada se sabe ao certo...
*Natural de Porto Alegre. Escreve poesias e contos.
Pedagoga por profissão e escritora por opção, dedica-se hoje integralmente à Editora Novitas, fundada em conjunto com seu marido, o também escritor David Nóbrega.
Participou do evento "Mesa para Oito" na Livraria da Vila em São Paulo (debate de poesia) com outros autores, em Março de 2008.
Participou da coletânea da editora Komedi / 2008.
Lançou seu livro de poesias, "Ensaios Amadores" , também em 2008.
Participou, em Porto Alegre da exposição "Porto Alegre: imagem e poesia", com três poesias de sua autoria.
Participou da I Coletânea Scriptus - Um Balaio de Idéias em 2009.
18 de julho de 2009
UTI - Conto de autoria de David Nobrega
Há exatos 6 anos, sofri um gravíssimo acidente, enquanto me encaminhava para o trabalho. Estava chovendo e eu, em minha imprudência valente dos motoristas com algum tempo de habilitação, dirigia a toda velocidade, desviando de poças e buracos de minha cidade. Não estava atrasado nem nada, mas dirigir de maneira agressiva tornou-se um hábito, independente do compromisso ou do leito pelo qual trafegasse.
Sabe quando você usa óculos e não nota a sujeira se acumulando nas lentes? Parece que o mundo vai perdendo a cor pouco a pouco, chega a pensar que necessita de uma nova consulta com seu oftalmologista, quando na verdade basta uma boa lavada em seus óculos para que tudo retorne a normalidade. Aconteceu algo parecido na hora do acidente: embaçou o vidro, eu me esforçava para enxergar, não vi o caminhão parado na esquina que entrei derrapando pelo excesso de velocidade e deu no que deu. Até hoje, passados tantos anos, me lembro dos números da licença, mal-escritas em vermelho contra o fundo verde da carroceria de madeira.
Quando acordei estava saindo de uma cirurgia, onde repararam um pulmão perfurado, extraíram meu baço, costuraram alguns pontos em meus intestinos e remendaram alguns tantos ossos partidos, principalmente em meu rosto, braços e pernas. Pela dor que sentia não poderia precisar em quantos lugares eu sofrera algum tipo de injúria. Apaguei de novo e só acordei meses depois...
Minha primeira recordação aqui da UTI foi a de um enfermeiro me virando para trocar os lençóis. Não sei se vocês sabem, mas os colchões que se usam nos hospitais são revestidos com uma capa plástica, o que faz com que nós, enfermos, transpiremos como uma bica sobre o lençol. É desconfortável mas limpo. Ao menos trocam as roupas de cama uma vez ao dia.
Minha esposa e meus filhos têm vindo me visitar, ela mais que eles. No começo tinham que barrar minhas visitas, mas com o tempo foram rareando, sobrando apenas a presença diária de minha esposa. Muitos já me condenaram. Estou morto para o mundo e esqueceram de me enterrar. Ouvi isso da boca de um de meus melhores “amigos”, em sua última visita.
É interessante quando pensam que você não ouve o que dizem. Quase uma sensação vouyerística, se me permitem o termo. Dizem uns aos outros coisas que jamais diriam na minha frente. Como quando um meu conhecido, cliente de longa data, aproveitou o sofrer de minha esposa e, colocando-lhe a mão sobre o ombro, quis consolá-la de uma maneira não muito galante. Dois sonoros tapas dados por ela foram o suficiente para que ele se afastasse, não antes de jurar que ela ainda seria sua. Que ainda ela o procuraria. Esse também nunca mais apareceu.
Ao lado de minha cama existe outra cama e enfileiradas até o outro lado da imensa sala que é esta UTI, outras mais. Quando me viram de uma lado para o outro para que meu corpo não fique em feridas pelo contato do maldito colchão eu consigo vê-las, iguais em sua forma, diferentes em seus conteúdos. Meu divertimento consiste hoje em descobrir quem seriam essas pessoas, assim como eu enfileirados a espera de suas mortes.
Na cama mais próxima de mim, à minha esquerda, um paciente asiático, já idoso, teve um derrame. AVC – Acidente Vascular Cerebral. E H, de Hemorrágico. Sinto que se um dia conseguir sair daqui posso clinicar como médico por aí, pois tenho aprendido muito nesta minha universidade forçada. Esse paciente, meu vizinho, deve ter lá seus 65 anos, pouco mais, pouco menos. Seus visitantes são sempre engravatados, aparentados a ele de alguma maneira. Senhora chorosa não há, pelo que suponho seja ele viúvo. Logo mais torno a lhes contar algo que sei deste meu vizinho.
Pelo que consigo ver de onde me encontro, deitado sobre meu lado esquerdo, com o respirador também a minha esquerda, enriquecendo meu sangue com ar puro, existem ao todo mais oito pacientes.
Numerando-os de 1 a 9, sendo eu o nono, a primeira cama e o ocupante do quinto leito sofrem de uma tal SARA. Não sei o que significaria isso, mas coisa boa não é, já que vi outros pacientes anteriores com esse mal morrerem em questão de dias.
Ocupando a segunda posição de nosso hit-parade, temos um infartado que acabaram de operar e colocar um marca-passo. Coisa sem graça que nem vale o sacrifício dos comentários.
No terceiro leito, sempre “de lá para cá”, um outro acidentado. Esse teve menos sorte que eu. Perdeu duas pernas.
O número 4 é interessante e não o perco de vista; é um assaltante perigoso, mas que tem convênio médico, baleado em uma perseguição policial. Eu fiz das tripas coração para poder pagar meu convênio, caríssimo. Esse sem-vergonha, bandido, tem o mesmo convênio que o meu. Garanto que aquele meu carro roubado há alguns anos financiou também o convênio de algum desses safados. Coisas da vida. Fico rezando para que algum dia seus comparsas invadam a UTI para tentar resgatá-lo. Ao menos um pouco de emoção em minha vida...
Número 6. Uma mulher. Teve, segundo um dos médicos comentou com outro, pré-eclampsia. Algo sobre a pressão subir demais na hora do parto ou algo assim. Coitada...nem vai conhecer o filho. Está já sem sinais cerebrais e vão desligar seus aparelhos logo, logo.
Apresentados meus colegas, me permitam retornar a meu colega aqui ao lado, que apesar de inconsciente não precisa dessa parafernália toda que tenho para mim para poder viver. O bom velhinho, pelo que entendi, não tem nada de bom. Mafioso, segundo ouvi comentarem. Trazia contrabando da China e revendia aos R$ 1,99 por aí. Coisa que, se entendi direito, além de acabar com os comércios locais ainda fazia com que estes transformassem suas lojas em pontos de venda de seus produtos piratas. O comércio em si era uma grande fachada que encobria, entre outras coisas, tráfico de escravos, jóias e drogas. Ou seja, o perfeito capitalista selvagem.
Corre a boca pequena, entre murmúrios que escuto da boca da enfermagem, que sua doença não tinha nada a ver com o verdadeiro motivo dele estar ali. Dizem eles que alguém da família havia tentado envenená-lo e o filho mais velho estava pagando para manter o pai naquele local, pois temia que se o levasse para casa, tentando fazer com que ali se restabelecesse, tentassem mais uma vez matá-lo. Se pedirem minha opinião, de quem, está a anos presenciando de tudo que por aqui acontece, diria que quem quer dar cabo do velho é o sobrinho com cabelo tingido.
Poucos antes deste texto ser escrito, monges budistas vieram orar pelo semi-defunto, tentando encaminhar sua alma de volta para seu corpo. Ou não, sabe-se lá se o chinês loiro não está metido nisso, querendo de vez despachar a alma do tio.
Começaram com um cântico lento, uma campainha soando ao fundo. Querendo ou não, você acaba fixado nos sons por ele emitidos. A cantilena vai ficando cada vez mais rápida, como se uma onda estivesse se formando nas profundezas do oceano. Cada vez mais os sons, embora não passem de murmúrios quase inaudíveis, vão se tornando uma espécie de zumbido grosso, como um zangão.. Não sei lhes explicar...seria como se você pudesse “apalpar”, “tocar” , na realidade um “sentir-se tocado” pelos sons.
Não sei mais nada quanto ao velho ali ao lado, mas em mim o ritual teve seu efeito. O que dizem de uma tal luz brilhando no final do túnel é quase que uma verdade total. Quando dei por mim estava de pé, olhando para meu corpo morto, embalado por uma música suave e, acreditem, banhado pelo sol da manhã, que jorrava sobre mim vinda diretamente de algum lugar sobre minha cabeça. Nada mudou, mas ao mesmo tempo me sinto livre. Se alguém conseguir psicografar isto, por favor, avise minha mulher do seguro que está em meu cofre. Despeçam-se de meus filhos. E diga àquele safado que cantou minha mulher ao lado de meu leito, que quando ele sentir um arrepio na espinha, sou eu ali, cuidando para que ele sinta medo pelo resto da vida.
*Nascido em São Paulo, capital, em 28 de Novembro de 1966.
Escreve poesias, contos e fotografa - não necessariamente nessa ordem.
Durante o ano de 2008, editou a capa do livro Ensaios Amadores de autoria de sua esposa, a poetisa gaúcha Letícia Coelho. Editou também a capa e orelha do livro D'Acolá, de autoria do escritor baiano Marcos Pontes, pela editora Os Viralata. Ainda em 2008, esteve presente na exposição Porto Alegre: imagem e poesia, com fotos e poesias de sua autoria, em Julho e em Setembro, participou do Projeto Zine Lapa, no Sesc Lapa, São Paulo, com fotos de sua autoria.
Já em Janeiro de 2009, lançou seu "Uns & Outros", livro de contos e desencontros.
Participou e organizou a I Coletânea Scriptus - Um Balaio de idéias.
É um dos fundadores e editores da Editora Novitas, todas as capas de livros lançados pela Editora Novitas são de sua autoria.
17 de junho de 2009
Updates sobre nosso website
Notas servidor sv18.hmnoc.net
Domínios afetados: editoranovitas.com.br
Este servidor apresentou problemas e no momento está em tratamento. Atualizaremos esta nota com mais detalhes assim que findarem nossas investigações de causa.
Última atualização: Igor Bispo, quarta 17/06/2009 10:24
UPDATE 2:
Notas servidor sv18.hmnoc.net
Domínios afetados: editoranovitas.com.br
Servidor indisponível no momento. Devido a motivos ainda não totalmente
esclarecidos diversos serviços deste servidor estão indisponíveis. Nossa equipe
está trabalhando an solução e a previsão inicial é de retorno as 12hs.
Flávio Pedro
11:28h - Atualização
Infelizmente este servidor necessita de um procedimento de correção que chamamos de Reload. O tempo para reload pode chegar a 8 horas, iniciamos agora tais procedimentos.
Última atualização: Igor Bispo, quarta 17/06/2009 11:29
16 de junho de 2009
Site da Editora parado para manutenção
15 de junho de 2009
CONCURSO LITERÁRIO
1.Cada concorrente poderá participar com apenas uma obra , sendo que tal obra deverá formar um conjunto de no mínimo 50 páginas e no máximo 110 páginas, sendo livre a quantidade de textos incluídos.
2.O texto inscrito deverá ser inédito, ou seja, não ter sido anteriormente publicado. Entende-se por publicação o processo de edição de uma obra literária e sua distribuição em livrarias ou pela internet, seja em blog, site ou em formato E-BOOK. Textos publicados através da internet mantém cache mesmo depois deletados, sendo assim, favor atentar para este item.
3.O original – apenas uma via – deverá ser enviado conforme as seguintes especificações:
• Sem ilustrações ou adornos; papel A4; fonte Times New Roman, 12 pixels, normal, preta; espaço simples, impresso em apenas um lado.
• Quanto a formatação de página, parágrafo com alinhamento justificado; margens 2,5 cm nas laterais, 1,5 cm no topo e base da página.
4.O original não necessita estar encadernado, mas deve conter folha de rosto, onde deverá constar título da obra e nome do autor.
5.Em envelope lacrado, em anexo, deverão ser enviados os dados do autor: currículo resumido, ficha de inscrição (que se encontra no final desse edital) e comprovante de depósito em Conta Corrente da Editora Novitas no valor de R$ 20,00 (vinte reais).
6.As inscrições podem ser enviadas entre 15 de Junho a 15 de outubro de 2009, sendo que a data de postagem dos Correios é válida como comprovante de entrega no prazo.
II– JULGAMENTO
1.As obras inscritas serão analisadas por uma comissão julgadora composta por convidados da Editora Novitas e será soberana em seu julgamento, não cabendo recurso ou vistas de análises geradas a partir da execução de seus trabalhos.
2.O julgamento se dará pelo conjunto da obra, gramática, ortografia e estilo.
III - PREMIAÇÃO
1.O resultado do PRÊMIO NOVITAS 2010 será divulgado em Abril de 2010.
2.O vencedor terá sua obra publicada e distribuída pela Editora Novitas para todo o Brasil.
3.O autor vencedor terá direito a 10% do valor de capa de sua obra sobre uma tiragem de 500 exemplares além 5 exemplares impressos.
4.O autor vencedor terá direito a página no site da Editora com biografia e e-mail da editora ( seunome@editoranovitas.com.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. )
IV - DISPOSIÇÕES GERAIS:
1.A comissão julgadora poderá premiar, a seu critério, obras merecedoras de Menção Honrosa, sendo esse certificado emitido e entregue pela Editora Novitas.
2.Caso seja constatado que a obra inscrita já tenha sido publicada anteriormente, a inscrição será anulada e o valor correspondente será devolvido, descontadas as taxas bancárias.
3.Não serão aceitas obras póstumas ou escritas em regime de coautoria.
4.Cada participante, no momento da inscrição, assume que é o autor da obra enviada. Havendo questionamentos relativos a plágio ou apropriação da obra de outrem, tal participante responderá sozinho aos prejuízos decorrentes das ações legais cabíveis. A Editora Novitas antecipa sua posição, repudiando tal atitude e isentando-se de culpa ou associação.
5.O concurso se dará em uma fase, logo os originais deverão ser entregues com o número estipulado de páginas. Originais com menos de 50 páginas ou acima de 110 páginas serão descartados.
6.Funcionários da Editora Novitas bem como seus familiares diretos, tem vedada sua participação neste Concurso.
VI - DADOS PARA INSCRIÇÃO:
Depósito:
| Razão Social: Angela E L Coelho Banco do Brasil Agência 0180-5 C/C 41841-2
CNPJ 97.248.868/0001-47 |
Envio:
| Editora Novitas Caixa Postal 331 - Santa Cruz do Sul Rio Grande do Sul
CEP 96810-100 |
Boa sorte a todos!
DOWNLOAD PDF: EDITAL E FICHA DE INSCRIÇÃO